Viajante | Lala Rebelo

Desta vez, convidamos a viajante Lala Rebelo do blog LalaRebelo.com que através do ig @lalarebelo_travelblog nos faz viajar por locais paradisíacos e interessantes com suas belas fotografias de viagem.

Conheça a Lala, que conta um pouco de suas viagens e curiosidades vividas mundo afora!

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Nome | Larissa Rebelo. Mas pode me chamar de Lala.

Profissão | Publicitária e blogueira de viagens.

Instagram@lalarebelo_travelblog

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Alguma curiosidade sobre o cotidiano no Panamá que é diferente do Brasil?

Um fato engraçado: se um carro que tenta passar no pedágio estiver sem saldo no sistema de pagamento automático, ao invés de deixá-lo passar e depois resolver seu problema (com multa, ou outra punição, ou outro tipo de pagamento), ele é obrigado a dar ré… E pouco importa se há 100 ou 300 carros na fila. TODOS têm que dar ré para esse carro sair. 

Parece bizarro mas acontece TODOS os dias. Fora isso e outros pequenos detalhes, a vida no Panamá é bem parecida com a do Brasil! 🙂

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Primeira viagem avião?

Dentro do Brasil, quando eu ainda era bebê. Para fora do Brasil, aos 6 anos de idade.

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Primeiro carimbo no passaporte? 

Estados Unidos, em 1996.

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Medo de voar? 

Não tenho.

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Algo te incomoda durante o vôo?

Quando sento no corredor e estou na maior soneca, e tenho que levantar para que o outro passageiro vá ao banheiro. Por isso, viajo com mais frequência na janela. Mas também, quando é a minha vez de levantar, me sinto super mal por ter que incomodar o “colega”.

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Uma viagem inesquecível?

Lua de mel na ÍNDIA. Ou melhor, lua de CURRY! 🙂

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Uma viagem pra esquecer?

Nenhuma! Ainda bem!

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Praia ou Campo?

Praia. E quanto mais azul a água do mar, melhor. Sou conhecida como “a louca dos turquesas”.

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Um perrengue de viagem?

O trecho de trem entre Jaipur e Jaisalmer na Índia, de 12 horas de duração. Era nossa lua de mel e a agência que nos vendeu o bilhete disse que era “praticamente o Palace On Wheels”. Mesmo viajando em 1ª classe, a quantidade de ratos era incontável!! Saltamos do trem no meio do caminho, em Jodhpur (após 6 horas de viagem), e conseguimos um carro com motorista para nos levar até nosso destino final.

Ufa!! Ainda bem que Jaisalmer, a cidade dourada, foi, sem dúvidas, um dos lugares mais incríveis em que já estive.

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Um choque cultural vivenciado?

Na Índia, as pessoas ficam enlouquecidas para tirar foto conosco, ocidentais. Algumas vezes, até colocavam o próprio bebê no nosso colo para tirar uma foto. Nos sentíamos Mickey e Minney Mouse em um parque da Disney!!

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Das suas viagens, teve uma atração ou monumento que mais te impressionou pela ideia que você tinha por fotos?

TAJ MAHAL. Todo mundo já sabe que o mausoléu é uma das 7 maravilhas do mundo moderno, mas vê-lo de perto ARREPIA. Uma sensação que não dá para explicar! Eu JURO que não há UMA foto que consiga traduzir de fato a beleza do Taj Mahal visto “ao vivo e a cores” (e as cores vão muito além de branco. Vê-lo dourado no nascer do sol é uma das coisas mais lindas que já vi.).

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Destino que ainda sonha conhecer?

Rússia, que conhecerei muito em breve \o/. E muitos outros: Austrália, Nova Zelândia, Vietnã, Indonésia e Fernando de Noronha estão no meu Top 5.

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Destino que gostaria de voltar?

Ilhas Maldivas.

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Se tivesse que escolher outra cidade/país para morar, qual seria?

Já morei uma vez em Paris, e moraria lá novamente sem dúvida alguma.

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Coleciona algo de viagem?

Fotos, ímãs e os guias de viagem que levei comigo e voltaram completamente “estrupiados”!! rsrs.

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Você costuma revelar fotos de viagem e monta álbum?

Sim! Tenho centenas de álbuns. Adoro!

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O que não pode faltar na sua bagagem?

Câmera fotográfica e tripé.

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Um prato exótico ou típico que gostou?

Cambodian Barbecue. Um “churrasco” típico do Camboja, com carnes exóticas e outras mais comuns. Uma chapa é colocada na mesa (bem no estilo dos barzinhos brasileiros) na qual você frita carnes de cobra, crocodilo, avestruz, pato, frango, vaca, tubarão, lula, camarão, canguru, sapo, porco e peixe.

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Como foi a experiência de jantar em um restaurante com 3 estrelas Michelin? Superou sua expectativa?

Foi um pouco assustador, pois como era um menu degustação, paguei centenas de euros para comer SAPO pela primeira vez na minha vida (e última!! rs).

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Tem alguma comida de rua que não resiste?

Pad Thai! Prato típico tailandês, feito com espaguete de arroz, algum tipo de carne (eu gosto mais de frango), vegetais, ovos e um molho azedo-cítrico-apimentado (uma explosão de sabores).

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Próximas viagens programadas?

RÚSSIA e HUNGRIA em setembro, VENEZA e SUÍÇA em novembro, COSTA RICA em dezembro e JAMAICA em fevereiro.

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Destino que precisa conhecer para se sentir realizada?

RÚSSIA. É meu sonho desde pequenininha. Minha família é de origem russa. Meu bisavô, que era da Guarda Imperial (fiel ao Czar), fugiu para a América na época da Revolução Bolchevique. Ainda bem que irei realizar esse sonho em breve. Serei a primeira pessoa da família a colocar os pés novamente nessa terra. Mal posso esperar… Me emociono só de pensar!

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Um destino que te fez refletir ou mudar completamente a percepção que tinha sobre algo? 

CAMBOJA. Conhecer esse país tocou cada pedacinho do meu coração. É tanta beleza e riqueza de detalhes em seus templos fabulosos, e ao mesmo tempo, um povo tão sofrido, que até hoje paga as conseqüências de uma ditadura sangrenta (Khmer Rouge), mas, que mesmo assim, vive tão sorridente, que nos faz refletir sobre o que é mesmo necessário na vida. Será que não dava para ser feliz com menos? Não é uma viagem leve, admito. Mas faz um bem absurdo. Transforma! 

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Costuma planejar uma viagem com quanto tempo de antecedência?

Assim que chego de uma viagem, já começo a programar a próxima. Rsrs. Não resisto! Mas começo as reservas, de fato, com pelo menos 6 meses de antecedência.

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Alguma frase, foto ou filme para inspirar os viajantes ?

Acredito que um mundo com mais viajantes seria um mundo melhor. A frase pode até parecer cliché, mas faz todo sentido. Viajar amplia a alma, faz a gente enxergar o “outro” com outros olhos, respeitá-lo, entendê-lo e apreciá-lo. Viajar, por mais “luxuosa” que seja a jornada, SEMPRE nos tira da nossa zona de conforto, e nos torna mais flexíveis e adaptáveis. E o melhor: nos deixa SEM opinião formada sobre tudo. No final das contas, acabamos percebendo que somos mesmo todos iguais.

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Obrigado Lala pela participação! 

 

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